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5 de janeiro de 2016
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10 de outubro de 2015
Olá, amores, como vocês estão?
Já faz um tempo desde a última vez que vim aqui desabafar um pouquinho com vocês, não é mesmo? Mas cá estou eu novamente para colocar o papo em dia e contar umas coisinhas que vêm passando na minha cabeça ultimamente.
Por mais que esse assunto não seja nenhuma novidade aqui no blog, eu sempre venho aqui relembrar vocês do quanto é importante aceitarmos nosso jeito de ser. Mais do que isso, quero sempre colocar na cabecinha de cada uma de vocês que devemos apenas nos importar em sermos nós mesmas, independentemente de qualquer regra ou padrão.
Devemos fazer, ser, vestir aquilo que nos deixa confortável e nos dê confiança para sermos quem nós somos. Quer coisa pior do que vestir uma roupa desconfortável em uma festa e ter que ficar o resto da noite incomodada?
O problema fica ainda pior quando o que nos causa insegurança é a calcinha. Tem coisa mais chata do que vestir uma roupa que você adora, mas a calcinha ficar marcando? Ou pior ainda, quando deixamos de usar algum look por não encontrarmos a calcinha adequada?
Foi pensando justamente nesse assunto que a Carefree me mandou uma pergunta super legal: “Vocês já deixaram de fazer algo por estarem usando algum tipo de calcinha específica”?
Para eu poder me sentir segura em qualquer evento que vou o mais importante é estar me sentindo bem com a roupa que estou usando. Isso com certeza inclui a calcinha que escolho para usar. Se ela não for confortável ou estiver marcando a roupa que eu estou usando, vou sempre ficar pensando se as outras pessoas estão reparando nisso.
Era justamente por conta disso que várias vezes eu escolhia um look para usar, mas quando me olhava no espelho percebia que a calcinha estava totalmente marcada e lá ia eu pensar em outro look só por causa da bendita calcinha…
No final das contas, escolhia sempre aquela que mais me deixava confortável e segura com a roupa que estava e curtia sem maiores preocupações.
Mas agora quero saber de vocês… Já deixaram de fazer alguma coisa por estarem usando um tipo específico de calcinha?
Beijos
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17 de fevereiro de 2015
Pior que faz. É que o calor e a calcinha úmida são um prato feito para o desenvolvimento de fungos. E fungos naquela região é sinônimo de corrimento.
Uma das infecções que mais costumam aparecer é a candidíase, uma doença vaginal que provoca um corrimento esbranquiçado (parecendo uma nata de leite), vermelhidão da vulva e muuuuuita coceira. O tratamento pode ser feito com remédios ou pomadas vaginais. Mas, claro, precisa ser indicado por um ginecologista.
Para ficar livre do problema, siga os passos:
1. Não use o biquíni de suas amigas nem empreste o seu para elas.
2. Quando chegar em casa, tire o biquíni e deixe-o secando no sol.
3. Durante o banho, use sabonetes neutros.
4. Prefira as calcinhas de algodão.
5. Aproveite o verão para usar vestidinhos soltos e deixar a região bem fresquinha.
5. Evite usar protetores de calcinha e calças muito justas, que bloqueiam a ventilação e também facilita a proliferação dos fungos.
6. Cuide bem de sua alimentação (e garanta defesas reforçadas ao organismo)
Beijo e boa praia!
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5 de janeiro de 2015
O biquíni ou bikini[1] é um conjunto de duas peças, derivadas do maiô, de tamanhos reduzidos, que cobrem o busto e a parte inferior do tronco. Seu nome deriva do atol de Bikini, um atol do Pacífico, usado para testes com bombas nucleares e em 5 de julho de 1946 ocorreu o seu lançamento, numa piscina de Paris[2] .[3] Assim, pretendia-se propor que a mulher de biquíni provocava, na época, o efeito de uma "bomba atômica". Na França, o termo é marca registrada.
No Brasil, a primeira vez que uma mulher usa o biquíni é em 1948, quando a modelo alemã Miriam Etz veste o traje de banho no Rio de Janeiro[6] .
O estilo da década era duas-peças, de tamanho grande e com as cavas da calça bem baixas. Foi considerado ousado, mas, hoje, é tido como um tamanho grande.
O biquíni dessa década era ousado, por deixar o umbigo bem à mostra, com cava maior que a dos anos 1950. A atriz americana Jayne Mansfield foi a pioneira em usar um modelo cuja peça inferior avançava um pequeno centímetro até mostrar o umbigo, motivo de escândalo em Hollywood, no início da década de 1960.
Numa mania de enrolar as laterias para ficar mais cavado, a parte de baixo do biquíni, esta atitude ficou conhecida de enroladinho e foi muito comum nas praias do Brasil nos anos de 1980, sendo o estopim para que estilistas criassem o modelo de biquíni chamado de "asa-delta"[7] . O biquíni fio dental foi uma evolução do asa-delta, sendo lançado no Brasil e somente no Brasil, foi largamento usado.
A parte de baixo do biquíni dessa década era uma espécie de sunguinha ou shortinho. A camuflagem foi uma padronagem típica da década.
Antiguidade
Os mais antigos precursores dos biquínis de que se tem notícia foram mostrados num mosaico romano do século IV em que várias mulheres, de saiote e bustiê exíguos, praticam esportes.Anos 1940
A criação do biquíni é disputada por dois estilistas franceses: primeiro, em 1946, Jacques Heim apresentou o "átomo" como "o menor maiô do mundo"; três semanas depois, em 5 de julho de 1946, Louis Réard mostrou o "bikini, menor que o menor maiô do mundo"[4] e ficou com a fama de criador da peça[5] .No Brasil, a primeira vez que uma mulher usa o biquíni é em 1948, quando a modelo alemã Miriam Etz veste o traje de banho no Rio de Janeiro[6] .
Anos 1950
No início, as mulheres não estavam preparadas para usar peças de vestuário tão reduzidas, que mostravam o umbigo. Os biquínis foram, portanto, proibidas em vários países, incluindo França. No entanto, atrizes como Ava Gardner, Ursula Andress e Brigitte Bardot foram contra todos os preconceitos da época e aderiram ao biquíni, como instrumento de sedução em filmes e em fotos.O estilo da década era duas-peças, de tamanho grande e com as cavas da calça bem baixas. Foi considerado ousado, mas, hoje, é tido como um tamanho grande.
Anos 1960
Nos anos 1960, o biquíni atingiu o auge de popularidade. Era, muitas vezes, usado como adorno em filmes e músicas e como contestação política e social. Tornou-se um símbolo pop. No Rio de Janeiro, tornaram-se populares os famosos biquínis "fio dental".O biquíni dessa década era ousado, por deixar o umbigo bem à mostra, com cava maior que a dos anos 1950. A atriz americana Jayne Mansfield foi a pioneira em usar um modelo cuja peça inferior avançava um pequeno centímetro até mostrar o umbigo, motivo de escândalo em Hollywood, no início da década de 1960.
Anos 1970
Em geral, com calcinha lisa e sutiã estampadão. Era ousado porque o ideal seria ter o conjunto. A tanga foi uma atitude tipicamente carioca.Anos 1980
Lycra brilhante, o sutiã retorcido e sem nenhuma estrutura no bojo, com cores fortes, como verde-limão e rosa-pink, o fio-dental e o asa-delta foram uma febre, assim como o sunquíni.Numa mania de enrolar as laterias para ficar mais cavado, a parte de baixo do biquíni, esta atitude ficou conhecida de enroladinho e foi muito comum nas praias do Brasil nos anos de 1980, sendo o estopim para que estilistas criassem o modelo de biquíni chamado de "asa-delta"[7] . O biquíni fio dental foi uma evolução do asa-delta, sendo lançado no Brasil e somente no Brasil, foi largamento usado.
Anos 1990
Nos anos 1990, a moda do fato de banho foi reavivada (especialmente por causa dos efeitos nocivos provocados na pele pela exposição aos raios solares), mas não tirou o lugar ao biquíni.A parte de baixo do biquíni dessa década era uma espécie de sunguinha ou shortinho. A camuflagem foi uma padronagem típica da década.
Anos 2000
Há uma mescla de diversas modas antigas, principalmente dos anos 1970 e 1990, tornando-se menos comum o modelo asa-delta. Novos modelos bastante diferentes são criados e apresentados em desfiles de modas, virando febres em cada momento.
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